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Jóias da Amazônia IV

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Alter
 Alter do Chão - O Caribe Brasileiro

Jóias da Amazônia IV

No Brasil inteiro, Alter do Chão, é conhecido como o Caribe Amazônico, e aqui na Amazônia, o paradisíaco lugar é chamado de Caribe Brasileiro. A localidade,  é um dos distritos  município de Santarém - Estado do Pará e fica na margem direita do Rio Tapajós, há 37 Km da segunda maior cidade paraense. O período da alta do turismo na região – de agosto a novembro - é quando as águas baixam e aparecem as belas praias de água doce e límpida; areia branquinha num cenário paradisíaco no meio da floresta amazônica. São várias praias na região, mas a encantadora Ilha do Amor é uma das que mais se destacam por sua exuberante beleza. A Vila de Alter do Chão, vive basicamente do Turismo, com seus barcos simples de madeira ; barracas de sapê e comidas típicas da região, a base de peixes e mariscos. Alter do Chão, dispõe de uma ampla rede hoteleira e lojas de artesanato e souvenir, mas quem quiser conhecer o local e ficar extremamente bem instalado, poderá  se hospedar em Santarém, onde está localizado o Hotel Tropical Barrudada, um dos melhores da Região Norte. Instalado numa área de 34 mil metros quadrados, o HB Santarém tem 32 mil metros quadrados de área construída, dispõe de 205 apartamentos e suítes Masters, complexo de piscinas, áreas de lazer, além de vários salões de eventos, com e sem auditórios. O hotel fica  na Av. Mendonça Furtado, 4120 - Liberdade, Santarém - PA, 68040-050, e atende as reservas pelo  (93) 99146-4996.

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Jóias da Amazônia III

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PInduca Rei
 

Jóias da Amazônia III

Dentre os patrimônios imemoriais considerados “Jóias da Amazônia”, está sem dúvida, o Carimbó, ritmo musical oriundo do estado do Pará,  apreciado em toda a Região Norte, que se expandiu pelo Brasil e pelo mundo. Na raiz do Carimbo, estão os chamados Mestres dos Saberes Populares, como Mestre Verequete, Mestre Vieira, Mestre Cupijó, Pinduca até chegar a Gonzaga Blantes, que fez tanto sucesso com seu “Curió do bico doce”, cantado até pelo rei Roberto Carlos. E no meio desse caldeirão cultural, está o personagem que melhor representa o Carimbó, no Pará, na região norte, no Brasil e no mundo inteiro. Estamos falando de Aurino Quirino Gonçalves, mais conhecido como Pinduca, cantor e compositor, contemporâneo dos mestres populares e que faz sucesso até hoje. 

Pertencente a uma família de músicos, Pinduca iniciou sua carreira aos 14 anos de idade, e conquistou o título de Rei do Carimbó, por fazer parte de uma geração de músicos que transformou ritmos populares do interior de seu Pará (Pinduca nasceu na localidade de Igarapé Miri), tais como, além do próprio Carimbo, a Lambada, Síria, Sirimbó, Cúmbia e Merengue, em verdadeiros sucessos, graças a inovação musical. E assim, do alto de seus 80 anos, Pinduca, que possui vários álbuns, continua fazendo shows e ano passado, teve seu álbum “No embalo do Pinduca”, indicado ao Grammy Latino 2017 como Melhor Álbum de Raízes Brasileiras, com apresentação em Lãs Vegas e tudo.

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Jóias da Amazônia

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Coló
“Tia” Colo, a rainha do Ver o peso, do Pará para o mundo!

Jóias da Amazônia

Começamos hoje a série “Jóias da Amazônia”, pelo estado do Pará.  E  pra falar desse Estado maravilhoso destacado por sua diversidade de cores, cheiros e sabores, não poderia ser de outra forma, senão iniciar pelo tradicionalíssimo mercado municipal do Ver o Pero, um dos principais pontos turísticos de Belém e de toda a região norte do Brasil. Tanto que é comum se ouvir que, ir no Pará e não ir no Ver o Peso, é como ir a Roma e não vê o Papa. E nesse momento, o que mais representa o Ver o Peso, é uma autêntica celebridade amazônica cujo sucesso se expandiu nacionalmente, devido suas participações em várias reportagens nacionais, por conta de seu ofício. Estamos falando de “tia Coló”, também conhecida como “rainha do Ver o Peso”. Especialista em ervas medicinais, Dona Coló é proprietária do Box 34, no Ver o Peso, onde vende banhos, perfumes, essências e outros produtos regionais. É a banca mais concorrida daquele mercado, frequentada, por artistas, jornalistas, apresentadores de TV, autoridades e populares.  A Banca da Tia Coló no mercado do Ver o Peso é tão concorrida que ela agora até entrega produtos para todo o Brasil. Os pedidos podem ser feitos pelo facebook: Coló Clotilde e os interessados poderão obter mais informações pelo telefone diretamente com a própria:  (91) 99102-2276.  Atualmente, a imagem de Tia Coló está estampada em vários outdoors e prédios de Belém, por conta da campanha do Banpará (Banco do Estado do Pará) estrelada por ela, a rainha do Ver o peso e pelo cantor/compositor Pinduca, o rei do carimbó. (https://vimeo.com/248929743).

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Jóias da Amazônia II

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Basilica de Nazaré
Basílica de Nossa Senhora de  Nazaré - Belém / Pará

Jóias da Amazônia II

Dando prosseguimento a série “Jóias da Amazônia”, hoje destacamos  Círio de Nazaré, uma manifestação religiosa Católica do Brasil e um dos maiores eventos religiosos do mundo, em devoção a Nossa Senhora de Nazaré,  que reúne mais dois milhões de pessoas nas celebrações e procissões, que acontece desde 1793  em Balem – Pará. Até o ano de 1882, o Círio saia da do Palácio do Governo da Província do Grão Pará e a partir desta data o Bispo D. Macedo Costa e o presidente da Província, Justino Carneiro, decidiram que  procissão passaria a sair da Catedral da Sé, o que permanece até atualmente. Em 2013, o Círio de Nazaré foi declarado pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade.

A procissão principal do Círio de Nazaré, acontece em meados de outubro, mas durante duas semanas, há uma extensa e intensa programação oficial, com celebrações, vigílias e cortejos, reunindo pessoas de todas as idades vindas de todos os municípios, cidades e estados do país. Nesse período, que é quando  Belém e cidades adjacentes, recebem o maior número de turistas do ano, é também quando se registra os menores índices de violência no Estado e isso se estende (praticamente) durante todo o mês de outubro. Tanto que, os paraenses costumam dizer que durante o  Círio no Pará, é quando a população fica mais despreocupada, pois nem os ladrões costumam roubar nesse época do ano, em respeito e devoção a padroeira Nossa Senhora de Nazaré.

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